Publicado originalmente no site Olhar Direto

Da Redação – Stéfanie Medeiros

Projeto Bichos do Pantanal

O Projeto Bichos do Pantanal é realizado pelo Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental. A iniciativa atua para ampliar o conhecimento científico e a preservação de importantes espécies da fauna pantaneira como ariranhas, lontras, aves, peixes e onças-pintadas. Proteger as chamadas espécies guarda-chuva implica na conservação das outras espécies componentes do ecossistema em que ocorre.

Visitar, mapear e analisar toda a região contemplada no Projeto é um dos objetivos. Será produzido um inventário com documentação das populações e territórios dos animais estudados, registrando habitat, comportamento, dieta, sazonalidade e outras informações. Todo o conteúdo gerado pela pesquisa de campo do Projeto será disponibilizado no site.

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Projeto Berço das Águas

Com forte atuação junto a povos indígenas na bacia do rio Juruena há pelo menos 30 anos, a OPAN iniciou em 2011 o Projeto Berço das Águas, com a pretensão de elaborar planos participativos de gestão nas Terras Indígenas Manoki, Myky e Pirineus de Souza. Com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental, o projeto se baseia na identificação de ativos ambientais relevantes nos territórios indígenas visando o uso sustentável dos recursos naturais por meio da conservação dos ecossistemas e da valorização de práticas tradicionais.

Nessa segunda fase do projeto, que se iniciou em dezembro de 2013, a prioridade é a elaboração do plano de gestão também da Terra Indígena Tirecatinga, entre tantas outras iniciativas que visam a conservação da biodiversidade local e o fortalecimento dos povos indígenas envolvidos no projeto.

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Projeto Poço de carbono Juruena

O Projeto Poço de carbono Juruena tem como objetivo central, demonstrar a viabilidade técnico-econômica de um projeto de seqüestro de carbono realizado através da implantação de sistemas agroflorestais – SAFs, que maximizem a geração de renda e a fixação do carbono no Município de Juruena, região noroeste do Estado de Mato Grosso, a ser desenvolvido por pequenos e médios agricultores rurais de forma associada e participativa.

Este projeto foi concebido não apenas como um projeto de mitigação climática, mas como um projeto de desenvolvimento rural e conservação ambiental que tem como alavanca, a futura venda de créditos de carbono. As receitas previstas desta venda poderão servir como indutora de novas formas de produção, menos impactantes para a biodiversidade local e mitigadora de mudanças climáticas.

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Projeto Pacto das Águas

O Pacto das Águas teve sua origem em decorrência do Projeto de Conservação da Biodiversidade e Uso Sustentável das Florestas do Noroeste de Mato Grosso, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA), com o apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Atualmente, através do patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Ambiental é desenvolvido pelo Pacto das Águas, pelas associações indígenas dos povos Zoró, Rikbaktsa e dos seringueiros da RESEX Guariba-Roosevelt, apoiados pela FUNAI, SEMA e cooperativas de agricultores como a Coocaram.

Este trabalho visa construir pontes entre diferentes mundos. De um lado, os povos indígenas e tradicionais, que protegem a floresta e a têm como o berço de sua cultura e legado para as futuras gerações; do outro, o mundo das instituições governamentais – como a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e Secretaria do Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (SEMA/MT) – e as não governamentais, como o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Aripuanã e Cooperativa de Agricultores Familiares do Vale do Amanhecer (COOPAVAM), e empresariais, como a Ouro Verde, Michelin e Petrobras.

Juntos a esse mutirão de pessoas e instituições o Pacto das Águas constrói caminhos rumo à sustentabilidade cultural, ambiental e econômica destes povos, que habitam o noroeste da Amazônia.

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